É uma matriz entre tempo versus temperatura, a ser utilizada como referência, para uma determinada carga, levando em consideração a intensidade e formas de energias aplicadas.
Principais variáveis:
Temperaturas iniciais: temperaturas do grão e do ar em que as sementes serão despejadas para dentro do tambor, para iniciar a torra
Temperatura do grão final: temperatura em que despejamos as sementes no resfriador. Está diretamente associada a um determinado tempo de torra
Gradiente: independente da temperatura inicial e final, é importante acompanharmos a variação da Temperatura do Grão ao longo da torra, já que existem fases que possuem determinadas particularidades em relação ao tempo de permanência e demanda de energia
É natural que ocorra a queda do Gradiente no decorrer do perfil de torra, pois as reações químicas vão demandando cada vez mais energia. E para que a torra continue evoluindo, é importante saber modular os tipos de energia em cada fase da torra, pois quanto mais chama (Condução) teremos o aumento do Gradiente e quanto maior a velocidade do fluxo de ar (Convecção) teremos a diminuição do Gradiente
Uma torra mais curta, com mais energia, gera na semente uma maior pressão interna, que possibilita uma maior produção de compostos voláteis